Parabéns irmã!

CasamentoMarinaTiago-177.jpg

Faz hoje 19 anos que nasceu a minha irmã, a minha nini, a minha ninixas.

Chama-se Diana. Não é a de Gales mas é a minha princesa.

Passavam cinco minutos do meio dia quando a minha mãe pôs ao mundo a bebé mais linda que eu alguma vez vi. Foi um dos dias mais felizes da minha vida.

Eu e o meu pai saímos do hospital pouco antes do meio-dia porque, segundo os médicos, o parto (cesariana) ainda ia demorar muito. Como o dia era especial, fomos almoçar fora. Quando voltamos disseram-nos que a nossa bebé já tinha nascido. (pouco depois de termos saído). Grrrr!

Quando chegamos, a minha mãe ainda estava no recobro… mas a nossa bebé já estava com as enfermeiras. Corremos para vê-la. Branquinha, carequinha e perfeitinha. Apaixonei-me imediatamente!

Segundo o meu pai, era para ser um Ricardo André mas houve alguma coisa que falhou no projeto… mas ainda bem! É tão bom ter uma irmã!

A Diana foi o melhor presente que os meus pais me deram. Com o nascimento da minha irmã aprendi a partilhar e o que era o amor incondicional.

Sinto-me uma sortuda por ter podido acompanhar a gravidez e o crescimento da Diana.

Tenho bem presente o crescimento da barriga da minha mãe, o nascimento e os primeiros tempos de vida da minha irmã… e acho isso o máximo!

Os primeiros meses foram complicados. As noites eram terríveis. “Abria aquelas goelas para trás e não havia quem a calasse”, como diz o pai Serafim. (Que muitas vezes desesperou perante o cenário de berreiro).

Adorava a maminha. A minha mãe amamentou até aos 18 meses.

A infância da minha mana foi muito feliz mas um pouco atribulada.  Por volta dos dois anos – creio – a minha irmã ficou completamente careca numa grande área da cabeça. Os comentários e as perguntas vinham de todo o lado. Uma senhora conseguiu convencer a minha mãe que a nini tinha um cancro, por isso é que o cabelo estava a cair. Ficamos em pânico, procuramos ajuda médica… e era apenas um tique nervoso. (que ainda hoje existe enquanto dorme).

A Diana enrolava o cabelo e os fios acabavam por partir. De dia para dia tinha cada vez menos cabelo. Depois, o cabelo tornou-se mais forte e já resiste 😀

Mais tarde, decidiu começar a gaguejar, outro filme cá em casa!

….

O feitio vincado nasceu com ela e ainda sobrevive!

Sempre foi muito vaidosa. Ainda mal falava mas já só vestia o que queria. Sempre se impôs! Para todo o lado que fosse tinha que ir nos trinques!

Um dia, decidiu fazer um corte de cabelo radical com uma tesoura que apanhou por aí… mas não se saiu muito bem…  (Segundo ela para ficar igual a um amigo da minha mãe que é calvo).

Hoje a minha bebé está uma mulher e há dias em que nem consigo acredito que tudo passou tão rápido.

Somos o aposto e acredito que seja esse o nosso equilíbrio. Apesar da nossa diferença de idades somos muito próximas, amigas e cúmplices. Ah, e as nossas batatadas já duram muito menos tempo. Estamos no bom caminho, certo?

Por ela vou ao fim do mundo.

Parabéns maninha, amo-te muito!

 

 

 

 

 

 

 

Anúncios